sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Garota escreve homenagem para adolescente suspeito de matar família
08:23
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Marcelo, de 13 anos, é descrito como "amável" por familiares e amigos
Entenda o caso
Uma amiga de Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, suspeito de matar a família, em São Paulo, postou uma homenagem ao garoto nas redes sociais. No Instagram e no Facebook, a garota descreve o adolescente como “um anjo” e diz que “o culpado terá seu troco com certeza” [sic].
— Olha ...é difícil dizer adeus pra vooc...tantas brincadeiras....tantas coisas juntos..mtas palhaçadas e agora acabou.nao tem mais... um anjo subiu aos céus e esse anjo foi vooc. .o tanto q eu chorei fooi por nós doois...beeijos te amo mto mto mesmo!! Ah e o culpado terá seu troco concerteza..:((te amo! [sic]
Marcelo foi encontrado morto, em casa, junto com os pais, o sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini, e a policial militar Andreia Bovo Pesseghini.
Entenda o caso
Em outra casa, no mesmo terreno, os policiais encontraram também os corpos da avó de Marcelo, Benedita Oliveira Bovo, e da tia-avó, Bernadete Oliveira da Silva, que não morava lá, mas tinha ido dormir com a irmã. Todas as vítimas levaram um único tiro na cabeça. Os corpos foram encontrados na tarde de segunda-feira (5), na Brasilândia, zona norte da capital.
Marcelo é considerado pela polícia o único suspeito do crime. Ele teria se matado após matar a mãe, o pai, a avó e a tia-avó.
A família, porém, contesta a versão. Um parente, que não quis ser identificado, disse que o menino seria “incapaz” de cometer os crimes.
— Uma criança doce, superinteligente, incapaz de fazer mal a qualquer ser humano.
Um laudo preliminar do IC (Instituto de Criminalística) indica que pai, mãe, avó e tia-avó estariam dopados. Uma análise feita pelo IC no computador que estava na casa das vítimas também indica que, dias antes do crime, alguém pesquisou como dopar pessoas e como conseguir um sono profundo.
No Facebook, mais de 11 mil pessoas já curtiram página que defende a inocência de Marcelo.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Preservativo feminino anti-estupro. Rapax ou Rape-aXe.
10:17
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Na África do Sul, um em cada quatro homens comete estupro. Veja que ideia genial!!!
O estupro tornou-se um problema endêmico na África do Sul, então uma técnica da área médica, chamada Sonette Ehlers desenvolveu um produto que imediatamente chamou a atenção mundial. Ehlers nunca se esqueceu de uma vítima de estrupo lhe dizendo, "Se ao menos eu tivesse dentes lá embaixo." Algum tempo depois, um homem chegou ao hospital no qual Ehlers trabalha com uma dor terrível, por conta do zipper que havia fechado sobre seu pênis. Ehlers misturou as duas imagens e desenvolveu um produto chamapo Rapex.
O produto parece um tubo, com fisgas dentro. A mulher o coloca como um absorvente interno, através de um aplicador, e qualquer homem que tentar estuprar a mulher irá se rasgar com as fisgas e precisará ir a um hospital para remover o Rapex.
Quando os críticos reclamaram que se tratava de uma punição medieval, Ehlers respondeu, "Uma punição medieval para uma atitude medieval."
A África do Sul tem índices nada agradáveis de violência sexual e, por causa disso, Sonette Ehlers inventou uma arma contra estupro – a camisinha feminina chamada Rape-aXe. Sonette é sul-africana e trabalha com vítimas de violência há bastante tempo.
A idéia de haver dentes num lugar tão inesperado é aterrorizando a qualquer homem e, segundo a sua inventora, a simples visão do mecanismo já inibe a ação de estupradores. Ela conta que um diretor de polícia disse a ela que, depois de uma apresentação do produto, eles ficaram três meses sem registrar nenhuma queixa de violência contra mulher.
A camisinha é cheia de farpas que ficam na parte interna e, depois que ela morde, só solta com ajuda médica. Daí, além do desconforto de ter suas partes pudentas (órgãos genitais) perfuradas, o homem também vai ter que conviver pra sempre com o estigma de estuprador.





















































